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Foto: Reprodução.
O ano passado foi o ano mais quente da história, de acordo com anúncio realizado pela Nasa e pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (Noaa).
A média global de temperatura em 2014 foi 0,69 ºC acima da média do século XX (de 13,9ºC), uma alta nunca antes registrada.
Com isso, 2014 ultrapassou 2010 como o ano mais quente desde que começaram os registros da temperatura média do planeta, em 1880. Desde 1880, quando foi iniciada a medição, a temperatura média da Terra ficou 0,8 grau Celsius mais quente, uma tendência provocada em grande parte pelo aumento das emissões de dióxido de carbono e de outros gases pelas mãos do homem na atmosfera do planeta, segundo a Nasa.
Os dez anos mais quentes registrados ocorreram todos desde 1997, fato que os cientistas ligam diretamente como uma consequência das emissões de gases do efeito estufa pelo homem.
Os pesquisadores se surpreenderam pelo recorde ter acontecido em um ano no qual o fenômeno El Niño não aconteceu. Normalmente, quando as águas do Pacífico se aquecem, a temperatura de todo o planeta também sobe.
O recorde de 2014 foi motivado principalmente pelos oceanos, grande repositório de calor da Terra.
As temperaturas em terra não foram tão quentes, a ponto de baterem recordes, mas as temperaturas da superfície do mar nunca foram tão altas como em 2014.
De acordo com Gavin Schmidt, diretor do Instituto Goddard para Estudos Espaciais da Nasa, o recorde era o esperado para um planeta em aquecimento. E novos recordes devem ser quebrados nos próximos anos.
"Isso era o que esperávamos e isso vai continuar a acontecer porque a taxa de crescimento do aquecimento global não foi alterada", disse Goddard, em entrevista coletiva. "Enquanto o ranking de anos individuais pode ser afetado por padrões climáticos caóticos, as tendências de longo prazo são atribuíveis a causas da mudança climática que agora são dominadas por emissões humanas de gases do efeito estufa."
Seguindo as estimativas, se esta tendência crescer,  2015 pode ser ainda mais quente, considerando que são grandes as chances, segundo os cientistas, de que o fenômeno El Niño aconteça durante os próximos meses.
Reuters, Info Abril.

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Autor Felipe Sérvulo

Graduado em Física pela UEPB. Mestrando em Cosmologia, gravitação e física das partículas pela UFCG. Possui experiência na área de divulgação científica com ênfase em astronomia, astrofísica, astrobiologia, cosmologia, biologia evolutiva e história da ciência. Possui experiência na área de docência informática, física, química e matemática, com ênfase em desenvolvimento de websites e design gráfico e experiência na área de artes, com ênfase em pinturas e desenhos realistas. Fundador do Projeto Mistérios do Universo, colaborador, editor, tradutor e colaborador da Sociedade Científica e do Universo Racionalista. Membro da Associação Paraibana de Astronomia. Pai, nerd, geek, colecionador, aficionado pela arte, pela astronomia e pelo Universo. Curriculum Lattes: http://lattes.cnpq.br/8938378819014229
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