NASA explica o que é um buraco negro - Mistérios do Universo

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3 de dezembro de 2014

NASA explica o que é um buraco negro

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Se a sua cabeça vive nas alturas e você gosta de assuntos “espaciais”, como astronautas, missões, naves, sondas, satélites, asteroides, estrelas, luas, planetas e tudo mais que existe lá fora, provavelmente já deve ter lido algo sobre os misteriosos buracos negros, não é verdade?

Hoje em dia, milhares de cientistas ao redor do globo terrestre têm se pronunciado acerca do assunto, mas as novidades não param de surgir, confundindo a cuca de muita gente que fica sem ter uma resposta clara e objetiva sobre estes gigantes invisíveis que estão estacionados em vários lugares ao longo das galáxias.
















Com isso, a equipe do Mega Curioso resolveu separar e organizar o que a NASA tem a dizer em seu site oficial sobre os inusitados buracos negros, que tanto têm intrigado os especialistas — principalmente dos anos 70 em diante. Vamos lá!

O que é e como ele é formado?

Trata-se de certas regiões no espaço onde a gravidade puxa de uma forma tão absurda que nem mesmo a luz escapa desses “monstros espaciais” — por isso você não consegue enxergar nenhum deles, pois eles são invisíveis.

A formação de um buraco negro acontece quando uma grande estrela morre e simplesmente é implodida, fazendo com que a sua densidade se torne infinita com o acúmulo da massa em um único ponto.






















Qual o tamanho deles?

Eles podem ser grandes, pequenos e também gigantes. De acordo com os entendidos da toda poderosa (e misteriosa) NASA, o menor deles pode ser do tamanho de um átomo, ou seja, extremamente minúsculo, mas com uma força devastadora. Já os chamados de “stellar” podem chegar a ter 20 vezes a massa do Sol.

Por último vêm os famosos “supermassivos”, que possuem a massa do sol, só que multiplicada por um milhão — no mínimo. Os cientistas dizem que praticamente todas as galáxias do universo abrigam um buraco negro supermassivo em seu centro. Para você ter ideia, a nossa Via Láctea abriga um “monstro” desse tipo, chamado de Sagittarius A, cuja massa equivale a quatro milhões de sóis do nosso sistema.






















Quantos buracos negros existem?
Considerando o tempo médio de vida das estrelas em geral e o quanto nossa galáxia já está com a idade bem avançada, a NASA diz que, contabilizando todos eles (não importa o tipo), já são mais de 10 milhões de buracos negros estelares existentes.


Se eles são invisíveis, como sabemos que existem?

É óbvio que os astrônomos contam com equipamentos mirabolantes — como telescópios e afins — para chegar a alguma conclusão plausível sobre a localidade de um buraco negro. Porém, não é apenas colocar os olhos no aparato milionário e fazer as anotações necessárias, não: o nível de atenção é muito mais elevado do que isso.

Os cientistas podem ver como a gravidade afeta as estrelas e os gases ao redor de onde se supõe que exista um “monstro espacial” do tipo. Sendo assim, instituições como a NASA, ESA — entre outras menos conhecidas — estudam muito as estrelas para descobrir se os tais buracos estão voando soltos no universo ou em órbita definida de algo no espaço.


















Além disso, existe a teoria dos gases, pois, ao passar por perto de buraco negro, uma determinada nuvem de gás é sugada em forma de espiral, resultando em uma transformação de energias — gravitacional potencial e cinética.

Ao espiralar para dentro do buraco, a energia cinética é transformada em energia térmica, devido ao aquecimento (até um bilhão de graus centígrados) que resulta do atrito. Sendo assim, parte desse gás acaba por emitir raio X ao escapar do buraco.


A Terra pode ser engolida por um buraco negro?

De acordo com a NASA, não. Eles dizem que esses gigantes invisíveis não saem por aí engolindo estrelas, luas e planetas. Além disso, o sistema solar da Terra está a uma boa distância de um buraco desse tipo — cerca de 24 mil anos-luz. Portanto, você pode ficar tranquilo porque o Planeta Azul não vai acabar de forma trágica, sendo engolido no universo.





















Fonte(s) NASA, Veja, MegaCurioso
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