A última e melhor chuva de meteoros do ano ocorrerá na próxima segunda - saiba como observar - Mistérios do Universo

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12 de dezembro de 2020

A última e melhor chuva de meteoros do ano ocorrerá na próxima segunda - saiba como observar

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O ápice da maior e melhor chuva de meteoros do ano - as  geminídeas -  irá acontecer entre a noite desta domingo (13) e da segunda (14), com cerca de 15-60 meteoros por hora.  

Chuvas de meteoros ocorrem quando a Terra passa através de uma nuvem de detritos deixados para trás por uma rocha espacial passageira. A grande maioria dos meteoros não são maiores do que grãos de areia, e eles queimam quando colidem com a atmosfera superior do planeta, criando manchas brilhantes de luz.

As geminídeas tem esse nome pois o seu radiante encontra-se na constelação dos Gêmeos: os meteoros parecem irradiar desta que parte do céu. O melhor momento para começar a assistir é quando a constelação sobe acima do horizonte leste, que ocorrerá após a hora local 21:00 h. 

Como observar

Para poder visualizar os meteoros, você deve procurar um local, de preferência longe de qualquer fonte de luz intensa, e observar em direção à constelação de Gêmeos, que fica na direção noroeste celeste. Você deve encontrar um local confortável e com alimentação e água para ficar no local durante algumas horas.  Um maneira fácil de encontrá-la é em encontrando uma referência bem conhecida: gêmeos fica logo abaixo da Constelação de Órion e das Três Marias. A constelação vai subir no horizonte a partir das 20:00h e estará mais alto no céu as 03:00h (horário de Brasília). Para garantir mais precisão na sua busca, recomendamos baixar o software Stellarium para PC e o aplicativo Sky Map e Star Walk 2 (Android e IOS). 

Gêmeos vai subir mais alto no céu para os telespectadores no Hemisfério Norte, o que significa que as pessoas na América do Norte verão a chuva realmente na parte mais escura da noite. Astrônomos amadores nas regiões de latitudes médias do norte com céus imaculados, longe das luzes da cidade, poderão ver até 15 a 60 meteoros por hora. Observadores presos em subúrbios da cidade poderão esperar números mais modestos que variam de  10 a 30 meteoros por hora.

A origem das geminídeas

A maioria das chuvas de meteoros anuais que vemos foram criadas por cometas que, durante sua passagem, deixam rastros de poeira a medida que chegam perto sol e seu gelo evapora. As geminídeas são um pouco diferente, pois os seus detritos são oriundos de 3200 Phaethon, um objeto estranho que astrônomos apelidaram de “cometa rocha.” Quando este tipo de asteroide passa perto do Sol, o calor faz com que partículas rochosas se soltem do corpo rochoso.


Medindo cerca de três milhas de diâmetro, Phaethon chega mais perto do Sol do que qualquer outro asteroide conhecido.

Um presente a mais

Além da chuva de meteoros geminídeas, o céu vai nos proporcionar mais um presente: o eclipse solar parcial, que poderá ser visto nesta segunda (14), a partir de alguns locais do Brasil. 

Clique aqui e descubra se o seu local poderá deslumbrar desta fenômeno. 


Céus limpos!
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