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» » » » Olhe para cima! Pico da chuva de meteoros Perseidas ocorrerá em 11-12 de agosto
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Prepare-se para ficar acordado na madrugada no início da próxima semana para ver uma exposição cósmica de "estrelas cadentes" iluminando o céu noturno. Conhecida por seus meteoros rápidos e brilhantes, a chuva anual de meteoros Perseidas é esperada para ser uma das melhores potenciais oportunidades de observação de meteoros neste ano.

As Perseidas aparecem todos os anos em agosto, quando a Terra se aventura através de trilhas de detritos deixados por um cometa antigo. Este ano, a Terra pode estar em um encontro mais próximo do que de costume, com as trilhas de cometas que resultam em chuva de meteoros, preparando o palco para uma exibição espetacular.

"Os meteorologistas estão prevendo uma explosão das Perseidas este ano com taxas normais com picos na noite de 11-12 de agosto", disse Bill Cooke, especialista em meteoros do escritório da NASA em Huntsville, Alabama. "Em condições perfeitas, as taxas podem subir para 200 meteoros por hora."

Para o hemisfério Sul, onde a visualização da constelação é mais difícil, esse número pode cair, dependendo do local. Quanto mais ao sul do Brasil você morar, menor meteoros você verá.

Uma explosão é uma chuva de meteoros com mais meteoros que o habitual. A última explosão das Perseidas ocorreu em 2009.

Cada meteoros Perseidas é um pequeno pedaço do cometa Swift-Tuttle, que orbita o Sol a cada 133 anos. Cada balanço através do sistema solar interno pode deixar trilhões de pequenas partículas na sua esteira. Quando a Terra cruza o caminho de detritos do Swift-Tuttle, partículas do cometa atingem a atmosfera da Terra e se desintegram em flashes de luz. As Perseidas são chamadas asism porque os comentas parecem voar para fora da constelação de Perseus.

Na maioria dos anos, a Terra pode ficar à beira do fluxo de detritos do Swift-Tuttle, onde há menos atividade. Ocasionalmente, no entanto, a gravidade de Júpiter puxa a enorme rede de trilhas de poeira mais próximo, e a Terra lavra mais perto do centro, onde há mais material.

Esse pode ser um desses anos. Especialistas da NASA e em outras partes concordam que três ou mais fluxos estão em rota de colisão com a Terra.

"Os meteoros que você verá este ano são de sobrevoos de cometas que ocorreram centenas, se não milhares de anos atrás", disse Cooke. "E eles viajaram milhares de milhões de km para se 'suicidar' na atmosfera da Terra."

Clique aqui para mais informações sobre os melhores horários e dicas de visualização 

[NASA]

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Autor Felipe Sérvulo

Graduado em Física pela UEPB. Mestrando em Cosmologia, gravitação e física das partículas pela UFCG. Possui experiência na área de divulgação científica com ênfase em astronomia, astrofísica, astrobiologia, cosmologia, biologia evolutiva e história da ciência. Possui experiência na área de docência informática, física, química e matemática, com ênfase em desenvolvimento de websites e design gráfico e experiência na área de artes, com ênfase em pinturas e desenhos realistas. Fundador do Projeto Mistérios do Universo, colaborador, editor, tradutor e colaborador da Sociedade Científica e do Universo Racionalista. Membro da Associação Paraibana de Astronomia. Pai, nerd, geek, colecionador, aficionado pela arte, pela astronomia e pelo Universo. Curriculum Lattes: http://lattes.cnpq.br/8938378819014229
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